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MÂNTOVA CAFÉ
Nilsa, João, Jeferson, Airton e eu, quase todos os dias, às 11 da manhã, no Mântova Café (Dr. Timóteo, 390, loja 107, quase esquina com a Cristóvão), tentamos resolver os problemas do mundo. Tentamos...
Escrito por Jerônimo Jardim às 16h28
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OUTRA (CONTEMPORÂNEA) DE SHAKESPEARE
A LOUCURA DOS GRANDES DEVE SER VIGIADA.
(Como podem notar, depois do show da Ecarta, entre alguns embates tenísticos, alguns ensaios, tentativas de composições, compras no super e notas no blogue, meu brinquedinho atual é a leitura de Hamlet. Recomendo a peça de Luciano Alabarse que, com grandes atores de Porto Alegre e muita competência, ousou encenar a obra de Shakespeare).
Escrito por Jerônimo Jardim às 11h56
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SHAKESPEARE
Não peças nem dês emprestado a ninguém, pois emprestar faz perder ao mesmo tempo o dinheiro e o amigo e, pedir emprestado, embota o fio da economia. Há algo de podre no reino da Dinamarca. Há mais coisas no céu e na terra do que pode sonhar tua filosofia. É verdade que é triste e é triste que seja verdade. Ser honrado, de acordo com os tempos que correm, equivale a ser escolhido um dentre dez mil. Recordo que a peça não agradou à multidão; era caviar para o vulgo. Morrer, dormir, talvez sonhar. Ser ou não ser, eis a questão. Tudo isso ele disse em 1602! Leu atemporalmente a alma humana. Pouco mudamos. Quem sabe quanto às proporções de honradez... Para pior!
Escrito por Jerônimo Jardim às 07h19
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CHOVE LÁ FORA
Canção antiga. A tarde está tão fria, chove lá fora. Bagé. Guri debruçado na janela. O olhar corre entre o arvoredo. Chácara do avô. Com chuva não dá pra brincar no quintal. Chove lá fora. Chácara dos pais. Sem poder jogar bola, o guri acha a chave daquela estante que parece estar na sala só pra enfeitá-la. Tesouro da Juventude. Chove lá fora. Rio Grande. Verão no Cassino. Jorge Bem canta. Chove chuva, chove sem parar. Momentos diversos. Passado. Somente passado. Chove lá fora. Porto Alegre. Violão, livros, computador. Lá fora parece (só parece!) que pouco mudaram as coisas quando chove. Dentro de casa, outro o violão, outros os livros, outro o guri, outra a máquina que aceita, publica e memoriza o texto nostálgico.
Escrito por Jerônimo Jardim às 07h15
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GRACIAS
Agradeço a todos que foram à minha apresentação sábado na Fundação Ecarta e proporcionaram casa cheia para que eu cantasse antigas e novas canções com felicidade.
Gracias mil.
Até a próxima.
Escrito por Jerônimo Jardim às 05h23
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