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SOLICITAÇÃO DE CARRASCO
Solicitação de carrasco é preciso atender prontamente. Pois o meu carrasco tenístico Jocemar me pediu que eu publique o poema de Luiz Coronel A MÃE D'ÁGUA que musiquei para o projeto de música infanto-juvenil RAFINHA E CACAU - UMA AVENTURA MUSICAL que estou compondo. Lá vai.
A MÃE-D'ÀGUA
Ante a Mãe-d'Água a teima
o fogo gela se a água queima?
Ante a Mãe-d'Água a idéia
é santa a vida mesmo quando geléia.
Ante a Mãe-d'Água
o filósofo pasma
é a origem da vida
ou cocô de fantasma.
Escrito por Jerônimo Jardim às 15h11
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LUCIAH ELENA
Aquela nossa cantora que o prestigiado compositor Guinga declarou em entrevista à televisão que é "a maior cantora do Brasil, pena que o Brasil não saiba" (sem se importar com a ciumeira das famosas cantoras que também já gravaram sua obra) cantará seu repertório amanhã, sábado, às 18 horas, na Fundação Ecarta. Em breve estará no palco do Teatro São Pedro, produzida pela DHARMA, interpretando canções consagradas por Elis Regina e entrará em estúdio para gravar somente minhas canções com arranjos de Geraldo Flach, o que me deixa muito orgulhoso e feliz. Vale ouvi-la lá na Ecarta, bem de pertinho.
Escrito por Jerônimo Jardim às 05h44
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VITÓRIA GREMISTA
Parabéns aos gremistas. Lembro apenas que é longo o caminho a percorrer para se tornarem um dia campeões do mundo. E... "o resto é silêncio".
Escrito por Jerônimo Jardim às 09h56
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PENSANDO MELHOR
PENSEI MELHOR. SOU SAMPAULINO DESDE CRIANÇA. MAS HOJE VOU TORCER PELO TIME GAÚCHO. TRÊS A DOIS PARA O GRÊMIO, ACHO FICA DE BOM TAMANHO.
Escrito por Jerônimo Jardim às 11h26
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QUESTÃO DE MAIS
Jogava uma partida de tênis em duplas. O meu parceiro tinha trinta e poucos anos. Pra mim, um garoto, já que da idade dos meus filhos. Pois o tal garoto, que nunca havia me visto jogar, se metia em todas as bolas, não me deixava uma; errava um monte. Acho que não acreditava no meu jogo. Eu já começava a ficar indignado. Reclamei. Pedi que ele não entrasse em todas as bolas. Deixasse as que seriam mais pra mim. Nada. Meu vulcão interior entrou em erupção. De saco cheio, eu disse a ele que me deixasse jogar, que só ele não sabia que eu jogava mais do que ele. Resposta rápida: "(há) mais tempo, o senhor quer dizer?" Risos. Desarmado, deixei tudo como estava até levarmos nosso sonoro seis-zero. Mas agora, quando vou jogar e ele está lá, invento lesão (no braço, no pé, na perna, na garganta, qualquer coisa). Fico batendo bola no paredão (quando a lesão alegada é compatível, na garganta, por exemplo), que me ganha sempre, vale dizer; mas me deixa jogar.
Escrito por Jerônimo Jardim às 08h32
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